terça-feira, 19 de abril de 2011

Paixão bandida.






Eu não deveria mais lembrar, nem me importar.
Mas o teu sorriso continua invadindo a minha mente.
As lembranças ainda persistem em me consumir.
Um misto de tristeza e saudade.
Saudade sim.
Errada, indevida.
Ah, paixão bandida...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Monalisa.


Serei como Monalisa, a moça do sorriso enigmático.
Acharás que estou sorrindo serena, mesmo que, por dentro, eu esteja em pedaços.
Nunca mais deixarei que me enganes, por achar que podes controlar minha emoções.
Nunca mais as controlará.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Desistindo de lutar contra...


 
Não vejo mais sentido em lutar contra o amor.
De que me adiantaria lutar?
Sinto que o aperto em meu coração se intensifica  cada vez mais, chegando a deixar-me quase sem ar.
Tu invades o meu mundo, sem cautela.
Reviras tudo do avesso.
Não consigo mais controlar.
De que me adiantaria controlar?
Por mais distante que tu estejas, sinto que posso encontrar-te.
Posso encontrar-te em meus pensamentos.
Encontrar-te-ei... Tocar-te-ei... Beijar-te-ei... Amar-te-ei.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Oh! My sweet heart.


Só de te imaginar, o coração já dispara, a pele já arrepia, o desejo já chama...
Chama você.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Promessas podem ser quebradas...

De que adianta me prometer o mundo, se com uma simples palavra tudo pode mudar?
Eu posso te querer hoje, te amar amanhã, e depois tudo pode não significar mais nada.
Tanto pra mim, quanto pra você.
Por isso, não me prometa o mundo, não me prometa o mar, o céu e as estrelas.
Não me prometa amar, não me prometa ficar.
Apenas fique!
Eu gosto do querer, do sentir...
Eu gosto é de você. De perto, de longe.
Eu prometo, mas eu não gosto de promessas.
Promessas ferem, machucam. Porque na maioria das vezes, elas nunca são cumpridas.
Vamos combinar uma coisa?
Não nos prometamos mais nada.
Ao invés disso, comecemos a agir mais.
Me conquiste com atos.
Me conquiste... Me conquiste... Me conquiste...
E deixe o meu coração não precisar fazer promessas.
Para sempre, para hoje, para a vida.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Vai passar...

A sua dor vai passar... Você vai esquecer.
Nem vai querer lembrar.
Mas você lembra. Você ainda lembra de tudo.
E você deve, mas não quer esquecer.
Te dizem que o tempo vai passar,
E tudo vai ficar num passado...
Num passado longínquo.
Mas... será?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ei, você que sorri bonito...


Conquistou-me de uma maneira única, própria dele. Era incrível. Era terrível.
Foram noites felizes. Foram tardes confusas. Foram dias tristes.
Foi uma vida confusa. Minha vida, que era ele.
Eu era ele. Ele... era eu?
Eu queria ser dele. Ele não queria ser meu.
Será que vale a pena sentir saudades?
Tudo me fazia pensar nele. Eu contava até os segundos para ver seu sorriso.
Aquele sorriso... meu sorriso, mesmo que por poucos minutos.
Tomava posse de mim sem perceber. Sem que eu mesma notasse.
Quando dei por mim não tinha mais volta.
Disse-me adeus. Um adeus sem palavras, um adeus rasgando o peito... o meu peito.
Chorei calada. Ninguém entendeu a minha dor.
Dor profunda, dor de quem perdeu a alma, ou parte dela.
Paixão insana. Paixão insensível. Paixão ridícula.
Sem sentido.
Tudo aconteceu tão depressa. Foi como um tornado passando em minha varanda, chamando-me para girar com ele.
Dilacerou-me. Devastou-me. Arrancou-me o sorriso do peito.
Sorriso no rosto permaneceu, embora não como antes, para mascarar as lágrimas que teimavam em querer rolar face abaixo. 
O tempo passou para mim e para ele.
Foi preciso esquecê-lo. Eu não queria isso, eu precisava disso!
O tempo mudou-me. Amadureceu-me a força.
Não o vejo mais. Não o sinto mais. Não lembro o seu rosto...
Lembro o seu beijo...
Não lembro o som da sua voz... Tudo mudou. Tudo!
E, apesar disso, depois de tanto tempo, ainda pergunto-me:
Será que vale a pena sentir saudades?

Adeus, você que não me sorri mais.



Relembrando o passado e pensando no futuro...