quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Coração doído. Coração ferido.




  Eu só queria ter a certeza de que um dia eu te encontrarei.
  De que um dia eu sentirei o teu toque, o teu abraço, o gosto do teu beijo.
  Eu só queria ser mais forte, levar tudo adiante sem me importar com o que os outros vão pensar.
  Às vezes eu só queria sumir!
  Eu queria era te encontrar. Agora!
  Eu queria era saber levar... Você sabe levar?
  Eu queria te abraçar. Queria me sentir segura.
  Por que eu me sinto tão insegura agora?
  Não deixe o que nós temos se perder.
  Não quero me afastar.
  Como eu posso te esquecer se eu não quero te esquecer? 
  Por favor, não me diga adeus.
  Não quero dizer adeus!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

De vez em vezes.

Sabe, eu sinto falta do seu sorriso,
de vez em quando.
Eu sinto falta do seu jeito brincalhão
e nem aí pra nada,
de vez em quando.
Eu sinto falta de ser a chata que te seduzia,
de vez em quando.
Sabe, eu sinto falta de você,
de vez em vezes.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eu preciso de você.

Às vezes eu me sinto tão sozinha.
E eu sei que eu tenho você,
mas…
Eu preciso de você aqui.
Eu preciso de você aqui, agora!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Paixão bandida.






Eu não deveria mais lembrar, nem me importar.
Mas o teu sorriso continua invadindo a minha mente.
As lembranças ainda persistem em me consumir.
Um misto de tristeza e saudade.
Saudade sim.
Errada, indevida.
Ah, paixão bandida...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Monalisa.


Serei como Monalisa, a moça do sorriso enigmático.
Acharás que estou sorrindo serena, mesmo que, por dentro, eu esteja em pedaços.
Nunca mais deixarei que me enganes, por achar que podes controlar minha emoções.
Nunca mais as controlará.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Desistindo de lutar contra...


 
Não vejo mais sentido em lutar contra o amor.
De que me adiantaria lutar?
Sinto que o aperto em meu coração se intensifica  cada vez mais, chegando a deixar-me quase sem ar.
Tu invades o meu mundo, sem cautela.
Reviras tudo do avesso.
Não consigo mais controlar.
De que me adiantaria controlar?
Por mais distante que tu estejas, sinto que posso encontrar-te.
Posso encontrar-te em meus pensamentos.
Encontrar-te-ei... Tocar-te-ei... Beijar-te-ei... Amar-te-ei.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Oh! My sweet heart.


Só de te imaginar, o coração já dispara, a pele já arrepia, o desejo já chama...
Chama você.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Promessas podem ser quebradas...

De que adianta me prometer o mundo, se com uma simples palavra tudo pode mudar?
Eu posso te querer hoje, te amar amanhã, e depois tudo pode não significar mais nada.
Tanto pra mim, quanto pra você.
Por isso, não me prometa o mundo, não me prometa o mar, o céu e as estrelas.
Não me prometa amar, não me prometa ficar.
Apenas fique!
Eu gosto do querer, do sentir...
Eu gosto é de você. De perto, de longe.
Eu prometo, mas eu não gosto de promessas.
Promessas ferem, machucam. Porque na maioria das vezes, elas nunca são cumpridas.
Vamos combinar uma coisa?
Não nos prometamos mais nada.
Ao invés disso, comecemos a agir mais.
Me conquiste com atos.
Me conquiste... Me conquiste... Me conquiste...
E deixe o meu coração não precisar fazer promessas.
Para sempre, para hoje, para a vida.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Vai passar...

A sua dor vai passar... Você vai esquecer.
Nem vai querer lembrar.
Mas você lembra. Você ainda lembra de tudo.
E você deve, mas não quer esquecer.
Te dizem que o tempo vai passar,
E tudo vai ficar num passado...
Num passado longínquo.
Mas... será?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ei, você que sorri bonito...


Conquistou-me de uma maneira única, própria dele. Era incrível. Era terrível.
Foram noites felizes. Foram tardes confusas. Foram dias tristes.
Foi uma vida confusa. Minha vida, que era ele.
Eu era ele. Ele... era eu?
Eu queria ser dele. Ele não queria ser meu.
Será que vale a pena sentir saudades?
Tudo me fazia pensar nele. Eu contava até os segundos para ver seu sorriso.
Aquele sorriso... meu sorriso, mesmo que por poucos minutos.
Tomava posse de mim sem perceber. Sem que eu mesma notasse.
Quando dei por mim não tinha mais volta.
Disse-me adeus. Um adeus sem palavras, um adeus rasgando o peito... o meu peito.
Chorei calada. Ninguém entendeu a minha dor.
Dor profunda, dor de quem perdeu a alma, ou parte dela.
Paixão insana. Paixão insensível. Paixão ridícula.
Sem sentido.
Tudo aconteceu tão depressa. Foi como um tornado passando em minha varanda, chamando-me para girar com ele.
Dilacerou-me. Devastou-me. Arrancou-me o sorriso do peito.
Sorriso no rosto permaneceu, embora não como antes, para mascarar as lágrimas que teimavam em querer rolar face abaixo. 
O tempo passou para mim e para ele.
Foi preciso esquecê-lo. Eu não queria isso, eu precisava disso!
O tempo mudou-me. Amadureceu-me a força.
Não o vejo mais. Não o sinto mais. Não lembro o seu rosto...
Lembro o seu beijo...
Não lembro o som da sua voz... Tudo mudou. Tudo!
E, apesar disso, depois de tanto tempo, ainda pergunto-me:
Será que vale a pena sentir saudades?

Adeus, você que não me sorri mais.



Relembrando o passado e pensando no futuro...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

3. anos!



(Para o eterno amor da minha vida)

Penso em ter-te todos os dias. Penso em ter-te pela manhã, quando o sol se levanta. Penso em ter-te também à noite, quando ele se deita. Penso em ti, e em como a minha vida seria deveras mais agradável e cheia de emoção contigo junto a mim. Penso tanto em ti, que por tantas vezes chego a acreditar que estás aqui. Por vezes sinto até a tua pele, a tocar-me suavemente, e o hálito quente sair da tua boca e ir de encontro a minha nuca. Arrepios. Provoca-me muito mais que isso. Os teus lábios encostam em minha pele, e percorrem todos os caminhos do meu corpo. São como a pétala mais macia de uma rosa. Vermelha. Paixão e fogo.  E por um momento, um breve momento, eu te sinto em mim.  Nosso encontro, em um abraço. Nossa união, algo único, mágico. Mas provoca-me ainda mais que isso. Provoca-me o desejo. Desejo de ter-te para mim, aqui, agora! Com o tempo passando rápido. Muito rápido. O tempo sempre parece estar contra mim. Contra nós. E com um suspiro longo, pesado, eu volto à vida real... Ah! Como é triste voltar do mundo dos sonhos.
07.01.2011; 3 anos de amizade, e que venham muitos anos mais, e que venha uma vida inteira, e a eternidade! *-* D. <3

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Tchau 2010. Oi, 2011! :)


O fim do ano está aí, e é muito comum todo mundo achar que as coisas vão mudar radicalmente no ano que vai chegando... Que doce ilusão! Mas, como é muito bom sentir que tudo vai dar certo (mesmo que, no fundo, eu continue achando que nada vai mudar), esse sentimento bom sempre me contagia.
Bom, para pelo menos tentarmos ter um ano melhor, em 2011, comece agindo de forma diferente. Aqui vai um conselho para quem estiver interessado:
Entregue-se aos verdadeiros prazeres da vida. Seja livre para fazer o que sempre desejou, mas não deixe que a inveja te invada, que a ganância te cegue e que a mentira corroa o teu coração. Seja verdadeiro com você e com os outros, seja paciente e não desconte suas frustrações nas outras pessoas, elas não tem culpa das coisas não darem sempre certo para você. Confie nos seus instintos e nas suas habilidades. Entregue-se as possibilidades. Não tenha medo de arriscar e de se jogar em um mar de conhecimentos desconhecidos por você. E acima de tudo, seja feliz.

Seja feliz e faça alguém feliz.
Um maravilhoso 2011 para todos.  :*

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Simplesmente amor.



             
É daquelas coisas da vida que não se deve explicar. O amor. O amor não deveria ser explicado. Ele é mais daquelas coisas que devemos sentir. Na verdade, ele é principalmente a base do sentimento. É quando conseguimos encontrar algum sentido nessa vida. Muito bem, estamos bem.


Na verdade, eu não sei muito sobre o amor. Mas, como todo mundo, eu continuo a tentar encontrar alguma razão nele. Muito tola por tentar?